|
As cenas que gravou na piscina do aldeamento turístico Casas da Comporta foram difíceis? É que estava um frio tremento... É uma questão de mentalização (risos).
Como é que se adapta às diferenças de temperatura? Tive que dar um mergulho primeiro, para o corpo se habituar à temperatura, até porque as cenas têm que ter um certo realismo.
É uma profissão dura, esta? Actor sofre (risos)!
As gravações de exteriores são mais fáceis? São muito cansativas, embora sejam mais gratificantes de realizarem.
É fácil viver no mundo das fadinhas e das princesas em Floribella 2? Estou a gostar muito de viver neste mundo de fantasia. É um tipo de trabalho direccionado a um público mais jovem.
Já teve algumas reacções dos pequenos fãs da novela? O Diogo (Amaral) avisou-me de que, na rua, as crianças ficavam paradas a olhar para ele. Vamos ver agora o que vai acontecer comigo.
Como estão a correr as cenas em que contracena com Luciana Abreu? Tive que compreender quem ela era e vice-versa. Já a tinha entrevistado e a Luciana é muito simpática.
Do seu ponto de vista, quais são as grandes diferenças entre a primeira e a segunda série? O humor é mais adulto e vai abranger uma faixa etária mais velha do que a primeira. Acredito que Floribella 2 vai surpreender o público cada vez mais.
Quando lhe foi endereçado o convite para participar neste projecto, em Novembro, hesitou em aceitá-lo? De maneira nenhuma. Logo na altura disse que sim. Sou uma pessoa de desafios e ir para um contexto diferente dá-me alento para continuar. Só assim é que crescemos e nos desenvolvemos.
Tem aprendido muito com este projecto? Sem dúvida. Por vezes, dou por mim a pensar que este é um workshop tremendo. O meu comportamento é diferente com cada núcleo com que me cruzo ao longo da trama. É uma luta árdua, mas bastante gratificante.
|
terça-feira, 8 de maio de 2007
À conversa com ... Ricardo
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário